“Jogos Vorazes: A Esperança – O Final” Encerra Saga Mas Sem Grandiosidade

Deixemos claro desde o início: acreditar que Jogos Vorazes é uma simples franquia teen é um erro grotesco. Apesar dos jovens protagonistas, todo o universo da série girava em torno de temas complexos – os dramas adolescentes só serviam de alegoria para uma narrativa passada num futuro pós-apocalíptico e que inseria assuntos necessários, como política, manipulação da mídia, desigualdade social e, principalmente, revoluções. Logo, confesso de cara que chega a ser um absurdo comparar Jogos Vorazes com outros títulos aparentemente do mesmo gênero. E Jogos Vorazes: A Esperança – O Final encerra a saga da heroína Katniss com propriedade, ainda que não seja tão grandioso quanto merecia.

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A história é assumida exatamente de onde acabou o filme anterior – aliás, quando soube que o desfecho seria dividido em dois longas, optei por não falar do primeiro e tentar tratar tudo como uma única obra. Mas não sei se é uma boa idéia, afinal se for assim, lá vai: esse segundo filme é inteiramente dispensável. Já sabemos, obviamente, que se trata de uma estratégia “fácil” para estender a franquia por uns trocados a mais – mas qualquer pessoa em sã consciência, mesmo um fã inveterado, deve admitir que todo o terceiro livro em que foi baseado poderia muito bem ter sido resumido em uma única fita. Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1 já apresentava sinais de cansaço: deveras arrastado, de longe foi o mais fraco de todos. O Final supera Parte 1, é verdade; mas a sensação de “isso aí só foi criado para me fazer ir até o cinema” permanece durante toda a projeção.

Com pouco mais de duas horas de duração, O Final acompanha a tentativa dos rebeldes em invadir a Capital e tomar o poder – “liderados” por Katniss, que parte na mesma jornada com o intuito de assassinar o Presidente Snow. Mas é claro que tudo não passa de um jogo – e a personagem que deveria ser uma heroína se torna um mero fantoche nas mãos dos poderosos. Katniss jamais assume uma posição firme diante da revolução que está ao seu redor (e que ela mesma teria inflamado, diga-se de passagem). Assim, sua personagem enfraquece, perdendo-se em uma sede de vingança que, mais tarde, acaba por sucumbir. Em outras palavras: o grande nome de todo aquele movimento entra muda e sai calada, de forma totalmente contraditória com a expectativa que tínhamos pelos trailers e pôsteres promocionais. Faltou coragem, ousadia e atitude por parte de nossa protagonista.

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No entanto, esta “falha” no desenvolvimento de Katniss não impede que Jennifer Lawrence chame a atenção, roubando o filme para si. Sou meio relutante com relação à atriz, mas sim, ela faz um bom trabalho – ganhando, merecidamente, todo o status que possui. Josh Hutcherson tem bons momentos também – uma pena seu personagem não colaborar muito, sendo um simples antagonista sem brilho perto de Kat. Liam Hemsworth, por sua vez, ainda bem que tem um rosto bonito: fraco até doer na alma (me perdoem as fãs, mas não tem como defendê-lo). Dos coadjuvantes, Woody Harrelson faz rir com seu tipo cheio de carisma e ironia, enquanto a oscarizada Julianne Moore empresta bastante sobriedade para Alma Coin.

Jogos Vorazes: A Esperança – O Final, no geral, apresenta um ritmo particularmente lento em sua primeira metade, ganhando mais agilidade a partir daí, com boas cenas de ação e certo suspense. No entanto, a edição do filme incomoda em alguns instantes, dando a impressão de que a história está sendo contada às pressas e alguma coisa ficou faltando. É notório que o longa sofreu com a divisão do livro em duas sequências; tudo ali poderia ter sido resumido de forma mais satisfatória (não fosse a ganância dos estúdios, mas enfim…). Para além disso, o desfecho é piegas, nem um centímetro à altura da saga – digno de Crepúsculo, aliás. No entanto, encerra bem este universo. Poderia ter sido maior, mas está compatível com o que foi apresentado no filme anterior, superando-o como um produto de “entretenimento”. E apenas isso: Jogos Vorazes, apesar de tudo, é ainda um puro entretenimento adolescente que, infelizmente, perdeu suas forças ao longo do caminho, desperdiçando a chance de amadurecer e tornar-se uma excelente experiência cinematográfica.

Minhas Mães e Meu Pai

Nic e Jules (respectivamente, Annette Bening e Julianne Moore) estão casadas há anos e tem dois filhos, concebidos por inseminação artificial a partir da doação de esperma de um desconhecido. As crianças crescem e decidem encontrar o doador do sêmen que os gerou – descobrindo, então, o boa praça Paul (Mark Ruffalo), o que colocará em risco a paz domiciliar.

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Se no início de Minhas Mães e Meu Pai o público chega a pensar estar diante de uma comédia descartável, aos poucos o filme de Lisa Cholodenko cresce até se tornar uma narrativa de gênero não definido, mas nem por isso inferior. O roteiro bem construído deixa de lado o tom cômico para trilhar um caminho mais propenso ao dramático, mas fugindo dos clichês característicos do gênero e focando principalmente as relações entre os personagens. Minhas Mães e Meu Pai não é uma trama sobre um casal homossexual apenas: é uma história sobre pessoas e relacionamentos – tanto que o longa funcionaria da mesma forma se os protagonistas fossem um casal formado por um homem e uma mulher.

Bening e Moore abrilhantam a película com suas atuações concisas. Enquanto a primeira está ótima em sua composição da lésbica masculinizada (mas em nenhum momento estereotipada, como poderíamos esperar), Julianne empresta suavidade e leveza ímpares para a segunda mãe. Fica claro quem é quem na história: a mãe crítica que pega no pé e preza pelo futuro das crianças e aquela que é mais carinhosa e se preocupa com a felicidade dos filhos independente de suas escolhas. Ruffalo também desempenha bem sua tarefa na trama, assim como os promissores Josh Hutcherson e Mia Wasikowska – que parecem muito a vontade em cena e mantêm ótima interação com os veteranos.

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Apesar de não apresentar nenhum grande clímax, Minhas Mães e Meu Pai é um filme sobre uma família incomum – ou melhor, sobre um novo e moderno modelo de “família”. Não procura promover muitos debates, tampouco trazer algum tipo de ruptura ao abordar um casamento gay ou levantar questões sobre preconceito – o que seria o esperado ao lermos a sinopse superficialmente. Com um ar de cinema independente, Minhas Mães e Meu Pai é leve, redondo e bem feito, mérito não somente do ótimo trabalho do elenco mas também da direção de Lisa, que faz uma obra que apesar de não ser tão grandiosa quanto cinema “social”, é um entretenimento para se apreciar sem medo.

“Jogos Vorazes: Em Chamas”: A Chama Que Não se Apagou

Cinema lotado. Alvoroço antes da sessão. Casais de adolescentes por todos os lados, ocupando todas as poltronas da sala. Muita falação e excitação… Bem, poderia estar falando da estréia de algum filme de uma série teen qualquer – do tipo Crepúsculo, talvez. E, na verdade, é particularmente isso: em pleno feriado no país, eis que chega às telas de nossos cinemas a segunda parte da adaptação cinematográfica da trilogia criada por Suzanne CollinsJogos Vorazes: Em Chamas – confirmando que, ao que tudo indica, essa saga veio para ficar.

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São inevitáveis as comparações entre Jogos Vorazes e outras franquias adolescentes. Peguemos, no caso, a saga de Stephenie MeyerCrepúsculo. Ambas tem uma protagonista feminina meio perdida no mundo ou personagens masculinos bonitos (mesmo que Josh Hutcherson tenha pouco mais de 1 metro e meio…). Tornaram também seus atores em celebridades instantâneas (no caso de Crepúsculo, os insossos Kristen Stewart e Robert Pattinson; Jogos Vorazes com Jennifer Lawrence). Ambas tem uma trama romântica na veia (Crepúsculo, por sua vez, leva isso ao extremo) e também uma carga de ação e aventura. Mas o que torna Jogos Vorazes uma obra infinitamente superior a Crepúsculo ou outros sucessos adolescentes de nossa geração?

Convenhamos: há muita babação em torno de Jogos Vorazes. E tem muita gente que critica isso – eu, particularmente, não entendo tanta badalação em torno deste universo e, principalmente, de Lawrence, a grande estrela da saga. Mas, assumo que, se é para “pagar pau”, o façamos por algo que mereça. E Jogos Vorazes consegue fazer por merecer. A série é intensa, repleta de ação (ainda que não explícita), tem um bom roteiro e não é apenas uma “história”. Ainda que a maior parte dos fãs vá aos cinemas para assistir o espetáculo visual que o filme promove e os belos rostos de seus protagonistas, é fato inegável que Jogos Vorazes proporciona uma análise bem mais profunda do que a questão das franquias adolescentes.

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Jogos Vorazes: Em Chamas retoma a história um ano depois dos acontecimentos do primeiro longa, quando Katniss e Peeta (respectivamente, Jennifer Lawrence e Josh Hutcherson) vencem os 74º Jogos Vorazes do título (quer entender melhor? Sugiro a leitura do artigo que fiz para o filme e que você pode conferir aqui). A trama segue o casal em sua “turnê da vitória” – uma espécie de promoção para os próximos jogos – , quando devem fingir estar apaixonados como uma forma de propaganda da Capital. No entanto, uma revolução se espalha por Panem – em parte causada pela protagonista Katniss, que despertou um sentimento de luta e esperança no povo que há muito havia se perdido. Para tentar amenizar a situação e demonstrar o poder da Capital, o presidente Snow (Donald Sutherland) decide enviar nossos heróis e outros vencedores de edições anteriores dos jogos para competir entre si e “comemorar” o 3º Massacre Quaternário.

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É neste momento que Jogos Vorazes ganha forças e se distancia de outras produtos adolescentes (se é que um dia se aproximou deles…). Nesse segundo capítulo, a franquia se torna mais intensa e encorpada, trocando o sangue e a ação por maior crítica e fidelidade ao texto que o originou. O foco é voltado para os conflitos dos distritos, as lutas entre o povo e a Capital e a chama da revolução que está se acendendo em Panem. Exatamente por isso, mesmo que com um número menor de sequências de ação, o filme ainda é capaz de tirar o fôlego e fazer você torcer por suas personagens (aliás, há novos personagens que, provavelmente, devem ganhar maior espaço nos próximos capítulos, como Finnick e Johanna, respectivamente Sam Claflin e Jena Malone). Muito mais fiel ao livro de Collins, Jogos Vorazes: Em Chamas troca a pancadaria e a violência física da primeira parte por um tom político muito mais evidente e elaborado. Apenas nos últimos 30 minutos de projeção (das quase duas horas e meia) é que ocorre ação física para valer – e, ironicamente, é quando o filme perde mais sua beleza. E é aí que muitos colocam em cheque a direção de Francis Lawrence (que substituiu Gary Ross, diretor do primeiro filme): fica-se a dúvida se ele quis maneirar na ação e injetar um teor político, sendo mais fiel à obra, ou se ele realmente é um cineasta medíocre para cenas de ação.

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Com elementos técnicos primorosos (aliás, o orçamento quase dobrou em relação ao primeiro episódio), parece que toda a grana foi gasta na última parte da película (tem névoa venenosa, babuínos assassinos e ondas gigantescas…) – justamente quando o filme perde um pouco de seu carisma, apesar de encher os olhos dos espectadores. Com boas locações e cenários, assim como na primeira parte da franquia, a maquiagem e o figurino também se destacam – ainda que sem muito alarde. Outro bom ponto a ser considerado é a trilha sonora – ótima em sua plenitude e bem condizente com as cenas, caindo como uma luva à trama. Quanto às atuações, não queria dizer, mas o filme é da oscarizada Lawrence, muito mais conturbada e aflita do que antes. É visível o enorme abismo entre ela e alguns demais atores, como Sam Claflin e Josh Hutcherson (que, apesar de carismático, precisa crescer em cena – ou seria generosidade demais do ator?). Por sorte, Lawrence aparece mais em cena com outros bons atores, como Donald Sutherland, Woody Harrelson (como o cômico Haymitch) e Philip Seymour Hoffman (que, na pele do diretor do espetáculo, Plutarch Heavensbee, é a grande entrada no elenco e o gancho para a continuação do próximo filme).

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Boa parte do que realmente Jogos Vorazes pode passar ao público tende a ficar desapercebida, lamentavelmente, pela grande massa. No cinema, foi possível ouvir alguns suspiros de adolescentes ao verem os garotos na tela sem camisa ou um grito de “vadia” quando Katniss beijou Peeta logo no início do filme. Jogos Vorazes, distanciando a anos-luz das franquias adolescentes dos últimos anos, é uma saga que critica o abuso de poder das autoridades, assim como os deveres do Estado para a população e também a indústria midiática atual – que nos entope com suas propagandas agressivas e suas maquinações. Apesar de não ter um desfecho direto como o primeiro longa (afinal, Em Chamas é justamente o intermediário), Jogos Vorazes: Em Chamas consegue ser muito mais do que “o filme do meio”; é um promissor criador de debates e análises sobre o poder. É um filme que ganha ímpeto para o 3º episódio (que será dividido em 2 partes), mas proporciona, sobretudo, uma reflexão sobre alguns temas importantes da nossa geração. Isso é, se nossa geração quiser ainda refletir sobre alguma coisa…

As Novas Caras do Cinema (Parte 2)

Há algum tempo, postamos aqui um texto sobre os 10 atores ou atrizes mais promissores de Hollywood nos próximos anos (entre eles, citamos Zac Efron, Andrew Garfield, Anne Hathaway e outros). Alguns deles vem se firmando como artistas de primeira grandeza e se tornaram astros do cinema, apesar da pouca idade. Mas, ao que parece, a lista não pára de crescer.

Um fato que vem acontencendo comumente em Hollywood na atualidade é que as grandes produtoras vem tentando ao máximo reduzir seus gastos de produção. Na realidade, a relação custo-faturamento é um dos pré-requisitos básicos que são avaliados em um projeto e é um fator determinante para a aprovação ou não de uma produção. Com orçamentos cada vez mais apertados (e com o medo de fracasso nas bilheterias), muitos diretores apostam em novos rostos para seus filmes.

A razão óbvia: sai muito mais barato pagar o cachê de um ator jovem e desconhecido do que os cachês milionários de grandes atores como Al Pacino, Leonardo DiCaprio, Johnny Depp, Meryl Streep, Julia Roberts e outros. Na maioria das vezes, esses grandes e conhecidos astros fazem pequenas pontas (para chamar o público ao cinema), mas no final, o espetáculo principal fica por conta dos mais jovens.

Dessa forma, selecionamos mais uma lista de 10 jovens atores e atrizes hollywoodianos que estão em alta nesse momento e que tem tudo para se tornarem os nomes mais fortes dessa nova geração do cinema. Resta alguma dúvida de que esses nomes tem potencial para isso?

1. Dakota Fanning
Aos 18 anos, Dakota ofusca quando aparece na tela com sua beleza única. Dakota estreou nos cinemas no filme Uma Lição de Amor (2001) e de lá pra cá não parou mais. Já trabalhou com diretores famosos, como Steven Spielberg e Henry Selick.  Além de atuar, Dakota tem um notável talento para a música e, em 2009, a revista Forbes considerou a artista como a segunda atriz mais rentável do cinema.

Linda de morrer, Dakota é uma das atrizes mais promissoras de sua geração.

2. Aaron Johnson
Nascido em 1990, Aaron ficou conhecido por dois papéis notáveis: como Dave Lizewski, o nerd metido a herói de Kick-Ass Quebrando Tudo (2010), e John Lennon, na cinebiografia O Garoto de Liverpool (2009). E se você acha que a precocidade do ator é só nas telinhas, lá vai: o ator é casado com a diretora Sam Taylor-Wood (apenas 23 anos mais velha do que ele). O casal, que se conheceu durante as filmagens de O Garoto de Liverpool já tem um filho, nascido em 2010.

O precoce Aaron Johnson, como o protagonista de "O Garoto de Liverpool".

3. Scarlett Johansson
Em 2006, Scarlett foi considerada a mulher mais sexy do mundo. Mas não pense que a bela atriz é somente um rostinho muito bonito: a artista já trabalhou em vários filmes dirigidos por nomes como Robert Redford, Michael Bay e o veterano Woody Allen. Ah, só pra constar: Scarlett também é cantora e modelo. Que fôlego, hein?

Woody Allen não é nada bobo, hein?

4. Kristen Stewart
A atriz já tem vários filmes no currículo mas, definitivamente, foi em 2008 que Kristen despontou para a fama quando protagonizou o primeiro filme da série Crepúsculo. Apesar das inúmeras críticas negativas por conta de sua protagonista insossa, Bella Swan, Kristen ganhou também vários elogios por suas atuações em The Runaways (2010) e On The Road (2011).

Apesar das críticas por sua Bella Swan (completamente devidas), Kristen vem conquistando bons papéis ao longo de sua carreira.

5. Robert Pattinson
Assim como sua namorada Kristen Stewart, Robert Pattinson também virou astro internacional com seu papel na saga Crepúsculo, onde interpreta o vampiro que brilha ao sol Edward Cullen. Além de uma beleza exótica, Robert também é musicista e já gravou algumas músicas para a trilha da saga que o consagrou.

 

6. Armie Hammer
Ele quase se tornou o Bruce Wayne de George Miller – mas o projeto não foi adiante. Armie ficou famoso mesmo após sua aparição em A Rede Social (2010), onde interpretou os gêmeos Cameron e Tyler. Depois disso, arrancou bons elogios por sua atuação em J. Edgar (2012) e mostrou seu lado cômico em Espelho, Espelho Meu (2012). Em próximo trabalho – ainda sem data – , Armie vai atuar ao lado de Johnny Depp no longa The Lone Ranger.

Armie Hammer, em toda sua veia cômica, como o príncipe do filme "Espelho, Espelho Meu".

7. Carey Mulligan
De todas da lista, Carey é uma das mais elogiadas pela imprensa. Sua estréia no filme Orgulho e Preconceito (2005) lhe rendeu boas críticas, assim como em Em Busca de Uma Nova Chance (2009) e Não Me Abandone Jamais (2010). Além disso, Carey já foi indicada ao Oscar de melhor atriz pelo seu desempenho no filme Educação (2009).

Uma das maiores apostas de Hollywood nos últimos anos, Carey é expert em dramas.

8. Jennifer Lawrence
Em 2011, aos 20 anos, Jennifer recebeu sua primeira indicação ao Oscar por sua atuação no filme Inverno da Alma (2010). Atualmente, está em alta em Hollywood por sua personagem Katniss do filme Jogos Vorazes, primeira de uma série de adaptações da obra de Suzanne Collins.

Seguindo os passos de Kristen Stewart, Jennifer também é protagonista de uma franquia "teen".

9. Josh Hutcherson
Com apenas 19 anos, Josh tem uma filmografia ampla e variada, mas foi com Ponte Para Terabítia (2007) e Viagem ao Centro da Terra (2008) que o ator ficou conhecido pelo grande público, que o viu crescer diante de seus olhos. Mais tarde, também ganhou notoriedade por seu personagem no filme Minhas Mães e Meu Pai (2010). Também está em alta por seu papel na franquia Jogos Vorazes. Além do trabalho no cinema, Josh é ativista dos direitos gay, participando, inclusive, da campanha Straight But Not Narrow.

10. Chloë Moretz
Quinze anos. Esta é a idade de Moretz, que impressionou a todos com seu papel de Hit-Girl no filme Kick-Ass. Além desse, Chloë também já trabalhou com os diretores Martin Scorsese e Tim Burton (recentemente nos longas A Invenção de Hugo Cabret, de 2011, e Sombras da Noite, a ser lançado). Também levou inúmeros elogios por sua Abby de Deixa-me Entrar (2010), que foi determinante para a escolha da jovem atriz para protagonizar o papel principal da nova versão cinematográfica de Carrie, a Estranha.

Pra falar de Chloë, apenas uma dica: assista "Kick-Ass". Sem mais.